Em resposta firme, Douglas Ramos foi categórico: “Não vão me calar, nem me coagir. Se houver qualquer irregularidade, eu vou denunciar com firmeza e sem medo”. A declaração reforça não apenas sua postura pessoal, mas simboliza a resistência de uma categoria que historicamente luta por direitos e valorização. Diante dos fatos, cresce a percepção de que há uma tentativa de enfraquecer o movimento sindical por meio de pressões e perseguições, o que, se confirmado, representa um grave retrocesso institucional. O momento exige vigilância da sociedade, pois garantir a livre atuação sindical é essencial para a transparência, a justiça e o equilíbrio nas relações entre poder público e servidores.
